http://twitter.com/Guelmerjrf
Mais um canal de seguidores e trocas de saberes e experiencias. Conto com vcs.
Guélmer Faria
Este blog se destina a divulgar a profissão de Economista Doméstico. Um profissional com formação generalista apto a intervir no bem estar da sociedade.
sexta-feira, 9 de abril de 2010
III JORNADA INTERDISCIPLINAR DE NUTRIÇÃO
TEMA: Nutrição: Ciência e Prática na Promoção da Saúde
APRESENTAÇÃO:
A Universidade Estadual de Montes Claros - UNIMONTES, por intermédio do Hospital Universitário Clemente de Faria - Serviço de Nutrição/Grupo de Apoio Nutricional e Pesquisa (GANP), realizará, nos dias 14 e 15 de maio de 2010, a III Jornada Interdisciplinar de Nutrição, objetivando discutir o enorme desenvolvimento da Ciência da Nutrição como ferramenta útil para a manutenção da saúde, controle e prevenção de doenças, interfaceando as relações terapêuticas interdisciplinares com a prática clínica. Uma dedicada equipe, formada por profissionais do Estado de Minas Gerais e de São Paulo, foi convidada para compor o evento, que contará com palestras, trabalhos científicos e debates interativos.
PUBLICO ALVO:
Docentes, discentes e profissionais da área da saúde ligados à Ciência da Nutrição. (Nutricionistas, Médicos, Farmacêuticos, Enfermeiros, Fonoaudiólogos,Psicólogos e afins.
INFORMAÇÕES:
Investimento
Acadêmico: R$ 40,00
Profissional: R$ 80,00
Orientações gerais para inscrições de trabalhos científicos
http://www.unimontes.br/jornadanutricao/orientacoes_inscricoes_trabalhos_cientificos.pdf
TEL: (38) 3224-8368
DATA: 14 E 15 DE MAIO DE 2010
APRESENTAÇÃO:
A Universidade Estadual de Montes Claros - UNIMONTES, por intermédio do Hospital Universitário Clemente de Faria - Serviço de Nutrição/Grupo de Apoio Nutricional e Pesquisa (GANP), realizará, nos dias 14 e 15 de maio de 2010, a III Jornada Interdisciplinar de Nutrição, objetivando discutir o enorme desenvolvimento da Ciência da Nutrição como ferramenta útil para a manutenção da saúde, controle e prevenção de doenças, interfaceando as relações terapêuticas interdisciplinares com a prática clínica. Uma dedicada equipe, formada por profissionais do Estado de Minas Gerais e de São Paulo, foi convidada para compor o evento, que contará com palestras, trabalhos científicos e debates interativos.
PUBLICO ALVO:
Docentes, discentes e profissionais da área da saúde ligados à Ciência da Nutrição. (Nutricionistas, Médicos, Farmacêuticos, Enfermeiros, Fonoaudiólogos,Psicólogos e afins.
INFORMAÇÕES:
Investimento
Acadêmico: R$ 40,00
Profissional: R$ 80,00
Orientações gerais para inscrições de trabalhos científicos
http://www.unimontes.br/jornadanutricao/orientacoes_inscricoes_trabalhos_cientificos.pdf
TEL: (38) 3224-8368
DATA: 14 E 15 DE MAIO DE 2010
Oportunidade na área de Extensão Rural - Economista Doméstico
Edital FAPEAL/SEAGRI n.º 01/2010 - Apoio Técnico (Concessão de Bolsas)
Seleção pública para concessão de bolsas de Apoio Técnico em Extensão Rural.
A Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de Alagoas/FAPEAL e a Secretaria de Estado de Agricultura e do Desenvolvimento Agrário deAlagoas/SEAGRI, cumprindo o estabelecido no Convênio MDA n.º701166/2008 e no Termo de Cooperação Técnico-Financeira SEAGRI/FAPEALn.º 001/2010, tornam público o lançamento do presente Edital para concessão e bolsas de Apoio Técnico em Extensão Rural, nos termos aqui estabelecidos:
1 - INFORMAÇÕES GERAIS:
1.1 - Objetivo:
Disponibilizar bolsas de Apoio Técnico em Extensão Rural para profissionais
recém-graduados no intuito de preparar-lhes para futuro ingresso no mercado
de trabalho, atuando no projeto "Assistência Técnica e Extensão Rural -
PRONATER", que tem por finalidade promover a transferência de
conhecimentos tecnológicos dentro do especificado no projeto.
1.2 - Das Inscrições:
1.2.1 Local das Inscrições: Secretaria de Estado da Agricultura e do
Desenvolvimento, na Rua Cincinato Pinto nº 348, Centro - Maceió/AL
CEP 57.020-050
1.2.2 Horário: das 08h00min às 14h00min h., de segunda à sexta-feira;
1.3 - Cronograma:
CRONOGRAMA DE ATIVIDADES Data/Período
1- Inscrições 31/03 a
19/04/2010
2 - Etapas do Processo seletivo para bolsistas:
1ª Etapa: seleção dos currículos (eliminatória) 20 a 27/04/2010
(Divulgação dos candidatos aprovados na 1º etapa)
site: www.fapeal.br 28/04/2010
2ª Etapa: Entrevista de seleção (eliminatória) 03/05/10 a
07/05/2010
(Divulgação dos candidatos aprovas na 2ª etapa)
site: www.fapeal.br 10/05/2010
3ª Etapa: Formação Inicial e Avaliação Presencial
(eliminatória)
17/05 a 02/06/2010
2 - DESCRIÇÃO:
Os candidatos serão admitidos na modalidade de bolsistas, com dedicação
integral ao projeto pelo período de doze meses, podendo ser prorrogado.
São disponibilizadas 150(cento e cinqüenta) bolsas, sendo 79 (setenta e nove)
para Técnicos de Nível Superior das Formações especificadas no item 2.1 e 71
(setenta e uma) de Ensino Médio, na área Agropecuária.
2.1- Profissionais de Nível Superior
Engenheiros Agrônomos, Engenheiros de Pesca, Médicos Veterinários,
Zootecnistas, Nutricionistas, Assistentes Sociais e ou Economistas Domésticas
e Administradores de Empresas.
2.2 - Profissionais de Nível Médio
Técnicos em Agropecuária.
2.3 - Requisitos Exigidos para a Seleção
· Comprovar formação em uma das categorias profissionais citadas no
item 2.1.
· Ter concluído curso superior respectivo ou Técnico em Agropecuária.
Têm prioridade os candidatos que concluíram a formação profissional a
partir de janeiro de 2005.
· Não possuir nenhuma espécie de vínculo empregatício público ou
privado;
· Não ser beneficiário de nenhum auxílio financeiro (bolsa ou instrumento
análogo) de qualquer organização pública ou privada, de âmbito
nacional ou internacional;
· Apresentar Registro de Órgão de Classe de Competência;
· Conseguir aprovação na 3ª Etapa de seleção (Formação Inicial e
Avaliação Presencial);
· O candidato não poderá concorrer a mais de uma vaga, sendo aceita
apenas uma inscrição;
3 - ETAPAS PARA SELEÇÃO DOS BOLSISTAS:
· Seleção dos Currículos (Eliminatória)
· Entrevista de Seleção (Eliminatória)
· Avaliação Presencial e Formação Inicial (Eliminatória).
4 - EIXOS TEMÁTICOS PARA ENTREVISTA DE TODOS OS BOLSISTAS
· Noções básicas em Desenvolvimento Sustentável e Organizações
Associativas;
· Facilidade para trabalhar com Metodologias Participativas;
· Capacidade para trabalhar em equipe e ações comunitárias;
· Capacidade de Organização, iniciativa e tomada de Decisão;
· Aspectos tecnológicos da respectiva Formação Profissionais;
5 - DISTRIBUIÇÕES DAS VAGAS POR ÁREA E HABILIDADES
A quantidade de vagas para os bolsistas a serem selecionados, com respectiva
distribuição por área no Estado de Alagoas, está previsto no Anexo I deste
edital.
6 - TIPO E VALOR DAS BOLSAS
· Bolsa Tipo I - para Técnico de Nível Superior (profissional com
bacharelado completo) nos respectivos cursos mencionados no item 2;
valor de R$ 1.500,00 ( Hum mil e quinhentos reais)/ mês;
· Bolsa Tipo II - para Técnicos de Nível Médio (profissional com ensino
médio completo - Técnico em Agropecuária) mencionados no item 2; R$
800,00 ( oitocentos reais )/mês;
7 - DAS INSCRIÇÕES
O candidato no ato da inscrição deverá entregar o currículo com cópias dos
documentos comprobatórios de todas as informações nele contidas, foto 3x4
para ficha e controle da seleção, em envelope lacrado e ficha de inscrição
devidamente preenchida (vide site www.fapeal.br).
7.1 - No currículo deve constar:
· Dados pessoais e profissionais;
· Formação acadêmica / titulação;
· Experiência profissional;
· Comprovação de produção técnica / científica nas habilidades exigidas.
8 - DISPOSIÇÕES GERAIS
Os candidatos selecionados deverão, obrigatoriamente, participar do curso de
nivelamento de conhecimentos, por um período de 30 dias, em tempo integral,
dentro ou fora do Estado de Alagoas;
· As inscrições deverão ser feitas por área na qual o bolsista deverá
desenvolver suas atividades;
· Para a efetiva inscrição o candidato deverá imprimir e preencher a ficha
de inscrição, anexo III deste edital, o qual estará disponível no site da
FAPEAL.
· A classificação final desta seleção se dará em ordem decrescente de
nota, na respectiva área;
· A distribuição dos candidatos aprovados, na área, será realizada por
município respeitando a ordem de classificação;
· No ato da assinatura do termo de outorga, o candidato selecionado
deverá:
· Apresentar o comprovante de um seguro contra acidentes pessoais,
pelo período de vigência da bolsa;
· Apresentar registro do conselho de classe, respectivo.
Edital na íntegra, acessar: www.fapeal.br
Fone (82) 3315-2200, e-mail atendimento@fapeal.br
terça-feira, 6 de abril de 2010
I Colóquio Cidade e Região: Dinâmica dos Espaços Urbanos e Rurais
DE 26 A 28 DE MAIO DE 2010
APRESENTAÇÃO
A proposta de realização desse evento surgiu a partir dos projetos de
pesquisa desenvolvidos no Laboratório de Estudos Urbanos e Rurais, do
Departamento de Geociências da Universidade Estadual de Montes Claros.
Trata-se de um evento novo na instituição, que objetiva criar um espaço
de diálogo entre pesquisadores e acadêmicos que estudam a região Norte de
Minas, notadamente os espaços urbanos e rurais em suas diversas
abordagens.
EIXOS TEMÁTICOS:
· Cidades médias e pequenas.
· Espaço intra-urbano.
· Região e regionalismo.
· Relação rural/urbano.
· Planejamento urbano.
· Meio Ambiente
· Agricultura Familiar
· Questão agrária regional
· Uso da água na agricultura
PRAZO PARA INSCRIÇÃO DE TRABALHOS COMPLETOS E RESUMOS
EXPANDIDOS: 01/04/2010 a 30/04/2010
LOCAL DE INSCRIÇÃO: Departamento de Geociências
TAXA DE INSCRIÇÃO: Até o dia 26/05/10: 15,00
No local: 20,00
APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS
1. Os trabalhos científicos, técnicos ou culturais poderão ser inscritos em
duas modalidades: Espaços de Diálogos e Práticas (EDP’s) e
Comunicação Coordenadas (CC’s).
2. Para cada inscrição serão aceitos até dois trabalhos por pessoas na
modalidade EDP’s, sendo um autor e o outro co-autor; e apenas um
trabalho na modalidade CC’s.
3. Será permitida a inscrição de trabalhos assinados por um autor e até
três co-autores;
4. Os trabalhos inscritos deverão apresentar resultados de pesquisas
concluídas ou em andamentos. Não serão aceitos projetos de
pesquisa.
5. Os trabalhos aprovados só poderão ser apresentados pelos seus
respectivos autores e/ou co-autores.
6. Os trabalhos completos deverão ser enviados para o e-mail
laeur.unimontes@gmail.com ou em CD-ROM, juntamente com os
comprovantes de inscrição e de pagamento da devida taxa.
7. Será disponibilizado um retroprojetor e data-show para as
apresentações dos trabalhos.
8. Nos EDP’s o(s) autor(es), o(s) monitor(es) e o(s) coordenador(es)
receberá(ão) certificado(s).
CONFIGURAÇÃO DO ARTIGO COMPLETO
Deverá ser elaborado em Word, tamanho A4, fonte Times New Roman 12,
corpo de texto justificado, espaço 1,5, com 3,0 cm de margens esquerda e
direita e 2,5 cm de margens superior e inferior. Título em maiúsculo, negrito e
centralizado; a dois espaços do título, colocar nome completo do(s) autor(es),
nome e sigla da instituição e endereço eletrônico do(s) autor(es), deverá estar
em maiúsculo, espaço simples e alinhado a direita; texto iniciado a dois
espaços do(s) autor(es), justificado e sem recuo para parágrafos; contento
resumo e citação de três a cinco palavras chave. O texto deve ter de 08 a 15
paginas, incluindo ilustrações. A estrutura do texto deve ser dividida em partes
não numeradas e com subtítulos. É essencial conter introdução,
desenvolvimento, conclusão ou considerações finais e referências
bibliográficas. Na primeira página, em nota de rodapé, deve constar o tipo de
trabalho: relatório de pesquisa, iniciação cientifica, monografia ou trabalho de
conclusão de curso, dissertação ou tese.
Resumo expandido: Deverá seguir as mesmas especificações da
configuração do artigo, exceto que poderá ter até três laudas.
A Comissão Organizadora informará o aceite dos trabalhos por e-mail ou no
Departamento de Geociências ou pelo telefone: (38) 3229 8238, até o dia
10 de maio de 2010.
APRESENTAÇÃO
A proposta de realização desse evento surgiu a partir dos projetos de
pesquisa desenvolvidos no Laboratório de Estudos Urbanos e Rurais, do
Departamento de Geociências da Universidade Estadual de Montes Claros.
Trata-se de um evento novo na instituição, que objetiva criar um espaço
de diálogo entre pesquisadores e acadêmicos que estudam a região Norte de
Minas, notadamente os espaços urbanos e rurais em suas diversas
abordagens.
EIXOS TEMÁTICOS:
· Cidades médias e pequenas.
· Espaço intra-urbano.
· Região e regionalismo.
· Relação rural/urbano.
· Planejamento urbano.
· Meio Ambiente
· Agricultura Familiar
· Questão agrária regional
· Uso da água na agricultura
PRAZO PARA INSCRIÇÃO DE TRABALHOS COMPLETOS E RESUMOS
EXPANDIDOS: 01/04/2010 a 30/04/2010
LOCAL DE INSCRIÇÃO: Departamento de Geociências
TAXA DE INSCRIÇÃO: Até o dia 26/05/10: 15,00
No local: 20,00
APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS
1. Os trabalhos científicos, técnicos ou culturais poderão ser inscritos em
duas modalidades: Espaços de Diálogos e Práticas (EDP’s) e
Comunicação Coordenadas (CC’s).
2. Para cada inscrição serão aceitos até dois trabalhos por pessoas na
modalidade EDP’s, sendo um autor e o outro co-autor; e apenas um
trabalho na modalidade CC’s.
3. Será permitida a inscrição de trabalhos assinados por um autor e até
três co-autores;
4. Os trabalhos inscritos deverão apresentar resultados de pesquisas
concluídas ou em andamentos. Não serão aceitos projetos de
pesquisa.
5. Os trabalhos aprovados só poderão ser apresentados pelos seus
respectivos autores e/ou co-autores.
6. Os trabalhos completos deverão ser enviados para o e-mail
laeur.unimontes@gmail.com ou em CD-ROM, juntamente com os
comprovantes de inscrição e de pagamento da devida taxa.
7. Será disponibilizado um retroprojetor e data-show para as
apresentações dos trabalhos.
8. Nos EDP’s o(s) autor(es), o(s) monitor(es) e o(s) coordenador(es)
receberá(ão) certificado(s).
CONFIGURAÇÃO DO ARTIGO COMPLETO
Deverá ser elaborado em Word, tamanho A4, fonte Times New Roman 12,
corpo de texto justificado, espaço 1,5, com 3,0 cm de margens esquerda e
direita e 2,5 cm de margens superior e inferior. Título em maiúsculo, negrito e
centralizado; a dois espaços do título, colocar nome completo do(s) autor(es),
nome e sigla da instituição e endereço eletrônico do(s) autor(es), deverá estar
em maiúsculo, espaço simples e alinhado a direita; texto iniciado a dois
espaços do(s) autor(es), justificado e sem recuo para parágrafos; contento
resumo e citação de três a cinco palavras chave. O texto deve ter de 08 a 15
paginas, incluindo ilustrações. A estrutura do texto deve ser dividida em partes
não numeradas e com subtítulos. É essencial conter introdução,
desenvolvimento, conclusão ou considerações finais e referências
bibliográficas. Na primeira página, em nota de rodapé, deve constar o tipo de
trabalho: relatório de pesquisa, iniciação cientifica, monografia ou trabalho de
conclusão de curso, dissertação ou tese.
Resumo expandido: Deverá seguir as mesmas especificações da
configuração do artigo, exceto que poderá ter até três laudas.
A Comissão Organizadora informará o aceite dos trabalhos por e-mail ou no
Departamento de Geociências ou pelo telefone: (38) 3229 8238, até o dia
10 de maio de 2010.
VAGA PARA ECONOMSITA DOMÉSTICO
Encontra-se aberto o edital para concurso de docentes no IFES do Espírito
Santo. Tem muitas vagas que exigem apenas graduação, em diversas áreas de
conhecimento.
Editais em http://www.ifes. edu.br
Abracos a tod@s,
Ana Lidia C. Galvão
Coordenadora do curso de Economia Doméstica-UFV
Santo. Tem muitas vagas que exigem apenas graduação, em diversas áreas de
conhecimento.
Editais em http://www.ifes. edu.br
Abracos a tod@s,
Ana Lidia C. Galvão
Coordenadora do curso de Economia Doméstica-UFV
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Colóquio Internacional Recursos na luta contra a pobreza: entre controle societal e reconhecimento social
A proposta de um Colóquio Internacional Recursos na luta contra a pobreza: entre controle societal e reconhecimento social insere-se, naturalmente, na tradição de pesquisa dos Organizadores e dos dispositivos científicos que eles animam em torno dos obstáculos que se opõem ao desenvolvimento social, das situações de pobreza e da exclusão social que daí resultam e das políticas e forças sociais orientadas para combatê-las. Sensíveis a todas as oportunidades de balanço e mobilização de meios susceptíveis para promoção de justiça social e dignidade dos indivíduos e comunidades nas quais se inserem, associamo-nos de bom grado ao Ano Europeu da Luta contra a Pobreza e a Exclusão Social, que decorre durante este 2010 e, para além do horizonte europeu e conscientes dos efeitos solidários e do interesse comparativo das políticas no plano global, gostaríamos de participar no esforço de reflexão sobre as novas orientações das políticas sociais no Brasil e na América Latina.
Num primeiro plano, procuramos reunir informação e construir conhecimento sobre as orientações e medidas de luta contra a pobreza, sobre os seus sentidos e metodologias de aplicação investidas pelos diferentes setores, níveis territoriais e atores profissionais que nelas se investem e sobre os modos através dos quais as populações alvo das medidas delas se as apropriam e que efeitos sociais elas produzem.
Parece-nos, num segundo plano, que os objetivos e sentidos das medidas e dos instrumentos de intervenção não se mantém de forma linear através dos diferentes níveis de ação ou através dos diferentes atores e interesses que elas mobilizam. As tensões que se manifestam ao longo da aplicação de uma medida de intervenção podem ser percebidas considerando, por exemplo, os níveis e estatutos dos profissionais que as aplicam – desde a sua concepção até a própria produção da relação de serviço; os diferentes níveis de territorialidade mobilizados; as diferenças que podem existir entre as lógicas da oferta e as lógicas da apropriação.
No que respeita, particularmente, a diferença entre a lógica da oferta e a lógica da apropriação das medidas, propomos valorizar a tensão susceptível de se produzir entre duas forças. Por um lado, a preocupação e a necessidade que as instâncias de intervenção têm de formatar os comportamentos e as expectativas dos pobres (para os levar a construir modos de vida ou atitudes alternativas) ou, no mínimo, para lhes permitir utilizar os recursos propostos de acordo com os modos de apropriação mais valorizados socialmente. Por outro lado, a possibilidade e a necessidade que os pobres têm de, aderindo aos modelos propostos, receberem o reconhecimento social (a diferentes níveis) que transforma o seu estatuto na sociedade. Diferentes desfechos da ação podem constituir-se entre estas duas forças, se considerarmos a possibilidade de, por um lado, a adesão das populações alvo ao controle normativo inerente às medidas poder ser ou não eletivo e de, por outro lado, o reconhecimento social das mudanças dos comportamentos ou das expectativas dos pobres poder ou não ocorrer.
Mais do que constituírem desfechos abruptos, as orientações que resultam do cruzamento destas possibilidades sugerem dinâmicas da luta contra as situações de pobreza que se podem associar, ao nível de conjunturas de situações e de medidas de intervenção precisas, de acordo com geometrias variáveis.
A problemática do Colóquio assenta, assim, na convicção de que as intervenções que visam à luta contra a pobreza produzem sempre uma tensão entre forças de controle social, que tendem a formatar os comportamentos e as expectativas das populações alvo de acordo com os padrões normativos socialmente valorizados e forças de diferenciação que tendem a discriminar as posições, sancionando-as com estatutos sociais, recursos e modos de acesso aos recursos diferentes.
Quanto ao título do Colóquio “Recursos na luta contra a pobreza: entre controle societal e reconhecimento social”, é pertinente argumentar que, sociologicamente, podemos assimilar o conceito “recursos” em duas dimensões: no nível individual, onde os próprios sujeitos desenvolvem interativamente, no cotidiano, suas estratégias de sobrevivência e apropriação. E, na dimensão coletiva, onde os sujeitos se apropriam em socialização dos espaços funcionais e dispositivos públicos. O pressuposto é que as pessoas vivem diferentes dimensões da pobreza e também têm modelos de vitalidade diferentes para enfrentar as situações de precariedade.
Já o adjetivo “societal” não é considerado pelos dicionários de português, embora seja utilizado. Trata-se, provavelmente, de uma forma importada. Em inglês significa: Of or relating to the structure, organization, or functioning of society. Em francês: Qui se rapporte aux divers aspects de la vie sociale des individus. Estas acepções estão de acordo com o que se pretende significar em português: o controle, mais do que ser social, é um controle da sociedade.
No caso das medidas de intervenção contra a pobreza, que são visadas, poderia dizer-se que o controle é exercido propriamente pelo Estado e que, portanto, no título, o “Estado” poderia substituir-se a “sociedade” de modo a considerar também o papel das organizações da sociedade civil.
Temas para Apresentação de comunicações:
1. Políticas de desenvolvimento e orientações da luta contra a pobreza
2. Efeitos locais da aplicação de medidas globalizadas de luta contra a pobreza
3. Da concepção à aplicação: os desafios da dimensão territorial na definição das medidas de luta contra a pobreza
4. Controle por meio das medidas e estruturação dos modos de vida dos pobres.
5. A construção institucional das populações pobres e das populações beneficiárias das medidas
6. Níveis de reconhecimento (familiar, social, jurídico…) dos recursos de luta contra a pobreza
7. A reconstrução das identidades dos indivíduos e das comunidades pobres nos processos de intervenção
8. Modos de articulação entre os recursos normativos dos dispositivos de intervenção e os recursos alternativos das comunidades
9. Definição dos objetivos e dos instrumentos de intervenção e a sua reinterpretação pelas populações alvo
10. Modos de apropriação pelas populações alvo dos recursos institucionais
11. Temas emergentes nas discussões sobre pobreza e desenvolvimento social
12. Modelos de mensuração da pobreza multidimensional, indicadores e índices de pobreza e vulnerabilidade social
13. Desemprego e precarização do trabalho: novas e velhas configurações.
Pomoção:Universidade Estadual de Montes Claros - UNIMONTES, Pós-Graduação em Desenvolvimento Social
Universidade Nova de Lisboa, CesNova, GT - Políticas Públicas e Responsabilidade Social
Université de Fribourg, Domaine Sociologie, Politiques Sociales et Travail Social
Secretariado do Colóquio
Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Social -PPGDS
Campus Universitário Darcy Ribeiro, Predio 3 - UNIMONTES
CEP: 39401-189 - Montes Claros-MG
(0055) 38 3229-8149
Fax: (0055) 38 3229-8149
www.unimontes.br/coloquiointernacional
e-mail: coloquiomclaros2010@gmail.com Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Num primeiro plano, procuramos reunir informação e construir conhecimento sobre as orientações e medidas de luta contra a pobreza, sobre os seus sentidos e metodologias de aplicação investidas pelos diferentes setores, níveis territoriais e atores profissionais que nelas se investem e sobre os modos através dos quais as populações alvo das medidas delas se as apropriam e que efeitos sociais elas produzem.
Parece-nos, num segundo plano, que os objetivos e sentidos das medidas e dos instrumentos de intervenção não se mantém de forma linear através dos diferentes níveis de ação ou através dos diferentes atores e interesses que elas mobilizam. As tensões que se manifestam ao longo da aplicação de uma medida de intervenção podem ser percebidas considerando, por exemplo, os níveis e estatutos dos profissionais que as aplicam – desde a sua concepção até a própria produção da relação de serviço; os diferentes níveis de territorialidade mobilizados; as diferenças que podem existir entre as lógicas da oferta e as lógicas da apropriação.
No que respeita, particularmente, a diferença entre a lógica da oferta e a lógica da apropriação das medidas, propomos valorizar a tensão susceptível de se produzir entre duas forças. Por um lado, a preocupação e a necessidade que as instâncias de intervenção têm de formatar os comportamentos e as expectativas dos pobres (para os levar a construir modos de vida ou atitudes alternativas) ou, no mínimo, para lhes permitir utilizar os recursos propostos de acordo com os modos de apropriação mais valorizados socialmente. Por outro lado, a possibilidade e a necessidade que os pobres têm de, aderindo aos modelos propostos, receberem o reconhecimento social (a diferentes níveis) que transforma o seu estatuto na sociedade. Diferentes desfechos da ação podem constituir-se entre estas duas forças, se considerarmos a possibilidade de, por um lado, a adesão das populações alvo ao controle normativo inerente às medidas poder ser ou não eletivo e de, por outro lado, o reconhecimento social das mudanças dos comportamentos ou das expectativas dos pobres poder ou não ocorrer.
Mais do que constituírem desfechos abruptos, as orientações que resultam do cruzamento destas possibilidades sugerem dinâmicas da luta contra as situações de pobreza que se podem associar, ao nível de conjunturas de situações e de medidas de intervenção precisas, de acordo com geometrias variáveis.
A problemática do Colóquio assenta, assim, na convicção de que as intervenções que visam à luta contra a pobreza produzem sempre uma tensão entre forças de controle social, que tendem a formatar os comportamentos e as expectativas das populações alvo de acordo com os padrões normativos socialmente valorizados e forças de diferenciação que tendem a discriminar as posições, sancionando-as com estatutos sociais, recursos e modos de acesso aos recursos diferentes.
Quanto ao título do Colóquio “Recursos na luta contra a pobreza: entre controle societal e reconhecimento social”, é pertinente argumentar que, sociologicamente, podemos assimilar o conceito “recursos” em duas dimensões: no nível individual, onde os próprios sujeitos desenvolvem interativamente, no cotidiano, suas estratégias de sobrevivência e apropriação. E, na dimensão coletiva, onde os sujeitos se apropriam em socialização dos espaços funcionais e dispositivos públicos. O pressuposto é que as pessoas vivem diferentes dimensões da pobreza e também têm modelos de vitalidade diferentes para enfrentar as situações de precariedade.
Já o adjetivo “societal” não é considerado pelos dicionários de português, embora seja utilizado. Trata-se, provavelmente, de uma forma importada. Em inglês significa: Of or relating to the structure, organization, or functioning of society. Em francês: Qui se rapporte aux divers aspects de la vie sociale des individus. Estas acepções estão de acordo com o que se pretende significar em português: o controle, mais do que ser social, é um controle da sociedade.
No caso das medidas de intervenção contra a pobreza, que são visadas, poderia dizer-se que o controle é exercido propriamente pelo Estado e que, portanto, no título, o “Estado” poderia substituir-se a “sociedade” de modo a considerar também o papel das organizações da sociedade civil.
Temas para Apresentação de comunicações:
1. Políticas de desenvolvimento e orientações da luta contra a pobreza
2. Efeitos locais da aplicação de medidas globalizadas de luta contra a pobreza
3. Da concepção à aplicação: os desafios da dimensão territorial na definição das medidas de luta contra a pobreza
4. Controle por meio das medidas e estruturação dos modos de vida dos pobres.
5. A construção institucional das populações pobres e das populações beneficiárias das medidas
6. Níveis de reconhecimento (familiar, social, jurídico…) dos recursos de luta contra a pobreza
7. A reconstrução das identidades dos indivíduos e das comunidades pobres nos processos de intervenção
8. Modos de articulação entre os recursos normativos dos dispositivos de intervenção e os recursos alternativos das comunidades
9. Definição dos objetivos e dos instrumentos de intervenção e a sua reinterpretação pelas populações alvo
10. Modos de apropriação pelas populações alvo dos recursos institucionais
11. Temas emergentes nas discussões sobre pobreza e desenvolvimento social
12. Modelos de mensuração da pobreza multidimensional, indicadores e índices de pobreza e vulnerabilidade social
13. Desemprego e precarização do trabalho: novas e velhas configurações.
Pomoção:Universidade Estadual de Montes Claros - UNIMONTES, Pós-Graduação em Desenvolvimento Social
Universidade Nova de Lisboa, CesNova, GT - Políticas Públicas e Responsabilidade Social
Université de Fribourg, Domaine Sociologie, Politiques Sociales et Travail Social
Secretariado do Colóquio
Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Social -PPGDS
Campus Universitário Darcy Ribeiro, Predio 3 - UNIMONTES
CEP: 39401-189 - Montes Claros-MG
(0055) 38 3229-8149
Fax: (0055) 38 3229-8149
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e-mail: coloquiomclaros2010@gmail.com Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
"JUNK FOOD" PODE VICIAR TANTO QUANTO COCAÍNA
Pesquisadores descobriram que esse tipo de comida, cheia de
calorias, tem muito mais poder do que se imaginava. O açúcar e a
gordura despertam no cérebro uma espécie de satisfação imediata.
Cientistas americanos chegaram a uma conclusão que serve de alerta
para quem abusa das comidas gordurosas e altamente calóricas,
conhecidas como junk food.
Estudos com ratos mostraram que esse tipo de alimentação em excesso
pode viciar tanto quanto a cocaína. É o que mostra a reportagem do
correspondente Flávio Fachel.
Não há chuva que diminua a fila nas carrocinhas de comida que se
multiplicam por Nova York. O cheiro da fumacinha da chapa se espalha
pelo quarteirão e atrai a multidão.
“Não dá para resistir, o cheiro é bom”, diz um homem.
Algum ingrediente exclusivo? O dono da barraca diz: “É o nosso
segredo, meu amigo. Não vamos contar”.
Pode até ser. Mas a Ciência acha que está perto de desvendar esse
mistério. O açúcar e a gordura despertam no cérebro uma espécie de
satisfação imediata. Prazer mesmo.
Isso, a ciência já sabia. O que os pesquisadores descobriram agora é
que esse tipo de comida, cheia de calorias tem muito mais poder do
que se imaginava.
Cientistas da Flórida deram a cobaias a dieta típica de lanchonetes
americanas: bacon, salsicha, torta, cobertura de bolo e chocolate.
Quando os ratos comiam esses alimentos, o cérebro era inundado por
dopamina, um neurotransmissor que ativa entre outras áreas aquela
que é responsável pelo prazer.
No experimento, os cientistas descobriram que, com o tempo, essas
áreas se deterioravam e os ratos procuravam mais comida calórica
para recuperar a sensação de prazer perdida.
Em outras palavras, ficaram viciados. Segundo os pesquisadores,
ainda não dá para dizer que o mesmo pode acontecer com humanos.
Mas o resultado do experimento pode ajudar na produção de remédios
contra a obesidade. O que os cientistas descobriram em ratos, uma
mãe já suspeitava. É difícil convencer o menino a comer outra coisa.
Ela diz: “Cachorro quente tem poder, sim”.
Reportagem completa no Site:
http://jornalnacional.globo.com/Telejornais/JN/0,,MUL1550023-10406,00-JUNK+FOOD+PODE+VICIAR+TANTO+QUANTO+COCAINA.html
Fonte: Walter Batista Junior
Eng. Agrônomo MSc Fitotecnica
Doutorando UFV/DEA - Mudanças Climáticas
calorias, tem muito mais poder do que se imaginava. O açúcar e a
gordura despertam no cérebro uma espécie de satisfação imediata.
Cientistas americanos chegaram a uma conclusão que serve de alerta
para quem abusa das comidas gordurosas e altamente calóricas,
conhecidas como junk food.
Estudos com ratos mostraram que esse tipo de alimentação em excesso
pode viciar tanto quanto a cocaína. É o que mostra a reportagem do
correspondente Flávio Fachel.
Não há chuva que diminua a fila nas carrocinhas de comida que se
multiplicam por Nova York. O cheiro da fumacinha da chapa se espalha
pelo quarteirão e atrai a multidão.
“Não dá para resistir, o cheiro é bom”, diz um homem.
Algum ingrediente exclusivo? O dono da barraca diz: “É o nosso
segredo, meu amigo. Não vamos contar”.
Pode até ser. Mas a Ciência acha que está perto de desvendar esse
mistério. O açúcar e a gordura despertam no cérebro uma espécie de
satisfação imediata. Prazer mesmo.
Isso, a ciência já sabia. O que os pesquisadores descobriram agora é
que esse tipo de comida, cheia de calorias tem muito mais poder do
que se imaginava.
Cientistas da Flórida deram a cobaias a dieta típica de lanchonetes
americanas: bacon, salsicha, torta, cobertura de bolo e chocolate.
Quando os ratos comiam esses alimentos, o cérebro era inundado por
dopamina, um neurotransmissor que ativa entre outras áreas aquela
que é responsável pelo prazer.
No experimento, os cientistas descobriram que, com o tempo, essas
áreas se deterioravam e os ratos procuravam mais comida calórica
para recuperar a sensação de prazer perdida.
Em outras palavras, ficaram viciados. Segundo os pesquisadores,
ainda não dá para dizer que o mesmo pode acontecer com humanos.
Mas o resultado do experimento pode ajudar na produção de remédios
contra a obesidade. O que os cientistas descobriram em ratos, uma
mãe já suspeitava. É difícil convencer o menino a comer outra coisa.
Ela diz: “Cachorro quente tem poder, sim”.
Reportagem completa no Site:
http://jornalnacional.globo.com/Telejornais/JN/0,,MUL1550023-10406,00-JUNK+FOOD+PODE+VICIAR+TANTO+QUANTO+COCAINA.html
Fonte: Walter Batista Junior
Eng. Agrônomo MSc Fitotecnica
Doutorando UFV/DEA - Mudanças Climáticas
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