sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

O MAPA DA MINA


Com um orçamento doméstico eficiente e organizado, você pode trilhar o caminho da fortuna e realizar seus sonhos



A melhor e talvez a única maneira de ter um orçamento doméstico realista, que o ajude a controlar as contas no dia-a-dia e a realizar sonhos, é fazer um inventário completo dos seus ganhos, das despesas e necessidades. Com o levantamento é possível analisar se o seu orçamento cobre tudo o que você precisa e quer fazer. Também é possível planejar investimentos específicos para o curto e médio prazos, além daqueles necessários para a aposentadoria.
De acordo com a consultora de investimentos Viviane Farah Martínez, da Agatha Gestão Financeira, de São Paulo, o orçamento doméstico só pode ser considerado completo se levar em conta sonhos e objetivos que cada pessoa quer realizar. Para isso, é preciso transformar esses sonhos em metas, estabelecendo um prazo e o que deve ser feito para que realmente aconteçam, diz Viviane. Márcio Iavelberg, consultor de finanças pessoais da Blue Numbers, de São Paulo, ressalta que é importante incluir na lista não apenas os grandes objetivos, como comprar uma casa, mas também os pequenos desejos de consumo. O planejamento financeiro só será eficiente se colocarmos os objetivos bem claros, por mais bobinhos ou pequenos que pareçam, afirma Márcio.
Além do orçamento doméstico básico, que é o ponto de partida nesse processo, é preciso montar uma planilha de planejamento para os investimentos, distribuindo-os de acordo com o seu plano de metas. Pouca gente faz as contas de como o dinheiro poupado com disciplina e regularidade cresce ao longo do tempo, diz Viviane. Quem aplicar 100 reais por mês a uma taxa de juros de 1%, por um período de dez anos, terá guardado 23 000 reais. Viviane desenvolveu uma planilha simples, na qual se pode detalhar cada objetivo e simular, de acordo com o grau de prioridade atribuído a cada um, o investimento mensal necessário para viabilizá-los. Além do modelo de tabela feito para organizar o seu orçamento, há também nesta reportagem planilhas para ajudar você a organizar os vários aspectos de sua vida financeira, do orçamento básico ao controle dos investimentos em ações, passando pelos gastos com as crianças.

COMO ORGANIZAR SEU ORÇAMENTO DOMÉSTICO
PASSO 1: Some a renda familiar prevista para o mês, inclua o salário de toda a família, ganhos adicionais, presentes em dinheiro ou o pagamento de algum empréstimo feito a um amigo.
PASSO 2: Liste todas as despesas fixas, como aluguel ou financiamento da casa, condomínio, gastos com o carro e mensalidades escolares. O ideal é separar as despesas por temas, como moradia e alimentação. Inclua também gastos que ocorrem periodicamente, caso do licenciamento do carro. O ideal é dividir esses custos ao longo dos 12 meses do ano, assim você não esquece de guardar dinheiro nem é pego desprevenido. Se você costuma fazer compras parceladas, não deixe de incluir os valores das parcelas. A proposta é identificar quanto da sua renda já estará comprometida antes mesmo de você fazer novos gastos.
PASSO 3: Chegou a hora de traçar o seu padrão de gastos esporádicos. Para isso, consulte as últimas faturas do cartão de crédito, os canhotos dos talões de cheque, o extrato do banco com a relação dos pagamentos efetuados no cartão de débito e os saques em dinheiro.
PASSO 4: Não esqueça de contabilizar as tarifas cobradas pelos bancos. Consulte o seu extrato para listar os custos da manutenção da conta corrente, juros e outras taxas.
PASSO 5: Se você tem filhos ou dependentes, liste esses gastos em uma categoria à parte. Não deixe de incluir despesas com presentes, passeios, computador, celular e, claro, poupança ou plano de previdência estudantil, para pagar a faculdade.
PASSO 6: Analise todas as categorias de despesas fixas e destaque aquelas que você pode cortar ou reduzir. Será que você precisa mesmo de uma conexão banda larga tão potente? Dá para trocar o plano do celular?
PASSO 7: Pesquise preços de serviços semelhantes e tente negociar descontos com os fornecedores atuais. Se eles não reduzirem as tarifas praticadas, troque-os por outros mais baratos. Some as economias que você obteve com as mudanças e planeje a melhor forma de investi-las.
PASSO 8: Aproveite para identificar oportunidades de melhoria nos seus gastos esporádicos. Crie limites para alguns itens, fixando um preço máximo para os presentes que você pode dar ou para a quantidade de vezes que você come fora de casa.

COMO REALIZAR SEUS SONHOS
PASSO 1: Liste seus objetivos da maneira mais detalhada possível. Se você quer comprar um apartamento, defina o tamanho, o número de quartos, a localização, se o imóvel será novo ou usado. Quanto mais específico, melhor, já que o dinheiro necessário para adquirir um estúdio é bem diferente do que é preciso para comprar um dúplex.
PASSO 2: Atribua uma ordem de prioridade para cada item da lista, tendo em mente que seus recursos serão alocados de acordo com a importância que você dá a cada meta.
PASSO 3: Estabeleça prazos para todos os objetivos, colocando uma data precisa para a realização deles na segunda coluna da planilha e o número de meses que você tem para guardar dinheiro na quarta coluna.
PASSO 4: Identifique que as opções de investimento mais adequadas para viabilizar seu sonho. Embora o ideal seja buscar o auxílio de um profissional especializado e imparcial o que elimina o gerente do banco, você pode seguir princípios simples, alocando os recursos destinados aos objetivos de curto prazo em modalidades de menor risco, como instrumentos de renda fixa.
PASSO 5: Revise sempre o seu sonho e, se ele estiver muito acima das suas possibilidades de poupança, estenda um pouco o prazo estabelecido.

COMO ORGANIZAR SUAS AÇÕES
PASSO 1: Liste todas as ações que compõem a sua carteira, com a data em que foram compradas, a quantidade e o preço. Caso você tenha adquirido papéis de uma mesma empresa em datas e a preços diferentes, distribua os negócios em linhas diferentes, para não misturar as rentabilidades obtidas em cada compra.
PASSO 2: Atualize o preço de cada papel para o valor de fechamento no dia.
PASSO 3: Não se esqueça de relacionar os dividendos e os juros sobre capital próprios pagos pelas companhias. Os valores são depositados automaticamente em conta corrente e a periodicidade varia de empresa para empresa. Portanto, cuidado para não se esquecer de contabilizar algum valor.
PASSO 4: Quando você se desfizer de uma posição, retire a linha correspondente da planilha ou atualize a quantidade restante. Não se esqueça de registrar a rentabilidade obtida com o investimento você irá pagar Imposto de Renda sobre os ganhos obtidos e é importante para o processo de aprendizado ter referências sobre os resultados que você já obteve com uma determinada empresa.
Por: CAMILA GUIMARÃES HESSEL

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

DIA NACIONAL DO ECONOMISTA DOMÉSTICO

A Economia doméstica (também conhecido como ciências da família e do consumidor) é a profissão e o campo de estudo que lida com a economia e gestão do lar e da comunidade.   A Economia doméstica é um campo de estudo formal, incluindo temas como a educação do consumidor , institucionais gestão, design de interiores , mobiliário doméstico, limpeza,artesanato , costura , vestuário e têxteis, cozinha comercial, culinária , nutrição , conservação de alimentos , higiene , desenvolvimento infantil relacionamentos, dinheiro, gestão, e da família.
Educação sexual e de conscientização sobre drogas também pode ser temas abordados, junto com temas como prevenção de incêndio e procedimentos de segurança. Ele prepara os alunos para carreiras domésticas ou profissionais, ou para ajudar na preparação para cumprir as responsabilidades da vida real em casa. É ensinado em escolas secundárias , colégios e universidades , escolas profissionais e nos centros de educação de adultos; estudantes incluem mulheres e homens.
No século 19, as aulas de economia doméstica eram destinadas a mulheres jovens prontos para suas funções em casa. Aulas foram os primeiros oferecidos nos Estados Unidos, Canadá e Grã-Bretanha, seguida pela América Latina, Ásia e África. Organizações internacionais, tais como aqueles associados com a Organização das Nações Unidas têm estado envolvidos em economia doméstica iniciar programas ao redor do mundo.
Na atualidade é a utilização de técnicas e conhecimentos para melhorar a qualidade de vida de indivíduos e de comunidades. O economista doméstico planeja, implanta e supervisiona programas de desenvolvimento social nas áreas de alimentação, direitos do consumidor, economia familiar, habitação, saúde e vestuário. Avalia produtos lançados no mercado e elabora programas de esclarecimento ao consumidor quanto a seu emprego no lar. Desenvolve e ministra cursos para comunidades, ensinando noções de higiene, economia e cozinha, a fim de evitar o desperdício de alimentos e melhorar a nutrição de grupos de baixa renda. Em empresas e indústrias, gerencia restaurantes coletivos e organiza espaços de convivência para os funcionários. A crescente busca da ética nas empresas valoriza esse profissional, que tem de estar sempre atento às necessidades básicas do ser humano e preocupado com o desenvolvimento social.

Dúvida do Vestibulando
QUAL É A DIFERENÇA ENTRE ECONOMIA DOMÉSTICA E SERVIÇO SOCIAL?
Essas duas formações têm como objetivo melhorar a qualidade de vida de indivíduos e comunidades, e, por isso, muitas vezes esses profissionais trabalham juntos. A diferença é que Economia Doméstica planeja e executa programas sociais lidando principalmente com famílias, para ensinar e auxiliar na adoção de novos comportamentos nos mais variados setores, como alimentação, habitação e educação do consumidor. O profissional formado em Serviço Social formula e implementa propostas para solucionar questões sociais por meio de políticas sociais públicas, empresariais, de ONGs e de movimentos sociais.

O mercado de trabalho

O mercado está aquecido para o economista doméstico trabalhar em extensão rural, em cooperativas de crédito para pequenos produtores rurais, em empresas privadas e em órgãos públicos. Além disso, há possibilidade de vagas no ramo alimentício, como restaurantes, cozinhas industriais, supermercados, empórios e cafés. A principal atribuição do profissional é conduzir o preparo e a higiene dos alimentos e fiscalizar a qualidade final dos produtos. Ele se responsabiliza também pelo controle das receitas e pela gestão financeira desses estabelecimentos. Outro nicho de oportunidades está em hotelaria hospitalar, para atuar na coordenação de lavanderias. O economista doméstico é requisitado ainda por cooperativas em geral, nas quais trabalha como consultor de investimentos, e por ONGs, para atuar no desenvolvimento de projetos de educação do consumidor, planejamento de renda familiar, comunidades carentes e desenvolvimento humano. "A mídia fala muito em orçamento familiar, por isso tem crescido a procura tanto de particulares como de empresas que querem um profissional para orientar seus funcionários a não se endividarem", explica Ana Lídia Coutinho Galvão, coordenadora do curso de Economia Doméstica da UFV, em Minas Gerais. Na área pública, há oportunidades em secretarias de Saúde, prefeituras e creches, que contratam por meio de concursos. A maioria das vagas se concentra fora das capitais, em estados do Sudeste (Minas Gerais e Rio de Janeiro), Nordeste (Ceará e Pernambuco) e Sul (Paraná). 

Salário inicial: R$ 1.654,00 (professores de escolas agrícolas, 24 horas mensais; fonte: Conselho Regional de Economistas Domésticos, CRED II, do Espírito Santo).

O curso

O currículo mescla disciplinas das áreas biológicas, exatas e humanas, como sociologia, psicologia, química, biologia, matemática e estatística. A partir do segundo ano, o aluno tem matérias específicas, como estudo da família, educação do consumidor, o vestuário no contexto socioeconômico e cultural, nutrição básica, composição de alimentos, economia familiar, puericultura, habitação e higiene. O estágio é obrigatório. Importante: quanto maior for o número de horas de prática profissional, melhores serão as chances de contratação do recém-formado. 

Duração média: quatro anos.

O que você pode fazer

Alimentos

Participar de equipes de desenvolvimento de produtos alimentícios, definindo métodos de manipulação, armazenamento e conservação, conferindo critérios nutritivos e de higiene, tempo de validade e peso. Planejar e organizar a preparação de cardápios nutritivos, balanceados e baratos.

Atendimento infantil

Implantar e promover em creches e escolas programas voltados para o desenvolvimento da criança.

Controle de qualidade

Avaliar produtos antes e depois do lançamento pelas indústrias.

Desenvolvimento rural e urbano

Esclarecer famílias e comunidades sobre questões referentes a alimentação, habitação, higiene, vestuário e saúde.

Educação do consumidor

Orientar a compra de bens e serviços, segundo o orçamento e as necessidades do consumidor.

Ensino

Lecionar disciplinas específicas de sua formação (higiene, alimentação, economia) no Ensino Fundamental e Médio. Habitação e planejamento de interiores. Elaborar projetos de moradia para melhor utilização de espaços físicos, levando em conta a ventilação e iluminação e considerando a disponibilidade de recursos econômicos e a preferência do cliente.

Indústria e Comércio

Orientar funcionários sobre questões como melhor uso do salário, ensino formal, higiene e alimentação.

Vestuário

Programar, implantar e acompanhar os processos de corte, modelagem e lavagem de roupas, zelando pelo melhor aproveitamento e pela boa conservação dos tecidos em confecções, hospitais e grandes lavanderias.
Fonte: Wikipédia/Guia do Estudante Abril

sábado, 8 de outubro de 2011

Simpósio Internacional de Segurança Alimentar e Redução da Pobreza

UFV recebe o Simpósio Internacional de Segurança Alimentar e Redução da Pobreza

Acontece na Universidade Federal de Viçosa, entre os dias 16 e 18 de novembro, o primeiro Simpósio Internacional de Segurança Alimentar e Redução da Pobreza. O objetivo do evento é identificar a combinação de tecnologias, metodologias e desafios institucionais em desenvolvimento no Brasil e no mundo, buscando aumentar a oferta e o acesso à comida pelos setores mais pobres da sociedade. O evento procura associar políticas nacionais e internacionais que busquem melhorar a qualidade de vida em áreas com baixo Índice de Desenvolvimento Humano, em conformidade com as iniciativas da Organização das Nações Unidas para melhoramento do bem-estar da população mundial.
O simpósio vai discutir especificamente soluções para os problemas relacionados a fome, falta de água, moradia, treinamento profissional, tecnologia e meio-ambiente. Contará também com a troca de conhecimento entre a UFV e as regiões ou países primariamente assistidos nas áreas de saúde, nutrição, educação, agricultura e meio ambiente.

O evento acontece no Espaço Acadêmico Cultural Fernando Sabino e são esperados mais de 600 professores, pesquisadores, cientistas e alunos. Na programação, estão palestras com autoridades brasileiras e pesquisadores de universidades americanas, portuguesas, alemãs e inglesas. Mais informações e ficha de inscrição podem ser encontradas no site do evento.


Site do Evento: http://www.symposiumsan.ufv.br/


Fonte: UFV

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

TRABALHO QUE ABORDA BIO-SOCIODIVERSIDADE EM UNIDADES DE CONSERVAÇÃO É PREMIADO NO III SIMBRAS 2011


O objetivo deste estudo é analisar alguns elementos para subsidiar a discussão sobre os impactos sócio-ambientais em Unidades de Conservação (UC’s), caracterizar as dinâmicas de interações entre as práticas agrícolas tradicionais, compreender a relação de gênero em áreas de conservação ambiental.

O trabalho é intitulado “Bio-sociodiversidade alguns elementos para discussão- O caso das Unidades de Conservação” sob a orientação do professor Dr. Délcio César Cordeiro Rocha do Instituto de Ciências Agrárias da UFMG e com a participação do estudante de Pós-graduação da UNIMONTES e Economista Doméstico, Guélmer Júnior Almeida de Faria.

De acordo com eles, o estudo é parte de uma projeto de pesquisa que está sendo desenvolvido junto ao Programa Universidade Solidária – EduBrasil – Extensão e Desenvolvimento pró-Universitário e Ambiental no Brasil desenvolvido no ICA/UFMG e que consiste de vários projetos e parcerias em desenvolvimento. Através do Programa Ambiente em Foco – “Meio-ambiente e Cidadania”. O prêmio é a Comenda da Ordem do Mérito Científico em Agropecuária Sustentável, por tamanha relevância e alta contribuição científica.

Ainda conforme explicam os pesquisadores, o trabalho premiado no III SIMBRAS “aborda as dinâmicas de interações que ocorrem em comunidades circundadas por Unidades de Conservação (UC’s), particularmente no entorno de áreas protegidas. A bio-sociodiversidade entendida aqui parte do princípio da perspectiva do habitat e suas relações sociais e de gênero, tomando como base as populações tradicionais e suas práticas agrícolas e suas abordagens sobre a preservação ambiental, da cultura e da variação genética encontradas nas Unidades de Conservação. 

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Igualdades de gênero podem aumentar a produtividade em até 25%, aponta relatório



Um documento, intitulado de Relatório sobre o Desenvolvimento Mundial de 2012, divulgado pelo Banco Mundial (Bird) aponta que o crescimento econômico tem provocado mudanças positivas, mas que o excesso de mortes de mulheres e o acesso desigual das mulheres a oportunidades econômicas permanecem, mesmo em países ricos.


De acordo com o órgão, uma maior igualdade entre homens e mulheres pode aumentar a produtividade em até 25%. O documento cita a necessidade de uma ação nova ou adicional em frentes múltiplas, como uma combinação que inclua maior financiamento, esforços coordenados para promover inovação e aprendizagem e parcerias mais eficazes.


“O financiamento deve ser direcionado especialmente para ajudar os países mais pobres a reduzir o excesso de mortes de meninas e mulheres [por meio de investimentos em água potável e serviços de saúde materna] e hiatos de gênero em educação”, frisou o Bird. As parcerias, de acordo com o relatório, devem ir além de governos e órgãos de desenvolvimento e incluir o setor privado, organizações da sociedade civil e instituições acadêmicas em países ricos e em desenvolvimento.



Fonte: EcoDesenvolvimento/Com informações da Agência Brasil.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

ECONOMIA DOMÉSTICA (UFV) ELEITO 5 ESTRELAS

O Guia do Estudante elegeu pelo 19 ano o curso de Economia Doméstica da UFV como 5 estrelas. A Universidade Federal de Viçosa mais uma vez tem a sua excelência comprovada através das avaliações dos cursos superiores brasileiros, realizadas pelo Guia do Estudante. Neste ano, 13 cursos atingiram a pontuação máxima, cinco estrelas, equivalente ao conceito Excelente; 15 ficaram com quatro estrelas (Muito Bom); e quatro, com três estrelas (Bom). As avaliações e a colocação geral das universidades em cada categoria serão publicadas pelo Guia do Estudante, que passa a circular nas bancas a partir do dia 5 de outubro.
De acordo com informações do diretor de redação do Guia do Estudante, Fábio Volpe, foram estes os cursos avaliados com cinco estrelas, com os seus respectivos coordenadores: Administração, Edson Arlindo Silva; Agronomia; Moacil Alves de Souza; Ciências Contábeis, Simone Martins; Ciências Econômicas, Evonir Pontes de Oliveira; Economia Doméstica, Ana Lidia Coutinho Galvão;Engenharia Ambiental, Ann Honor Mounteer; Engenharia de Alimentos, Regina Célia Santos Mendonça; Engenharia Florestal, Sebastião Renato Valverde; Matemática, Rosane Soares Moreira Viana; Medicina Veterinária, Laércio dos Anjos Benjamim; Nutrição, Silvia Eloiza Priore; Secretariado Executivo, Odemir Baêta; e Zootecnia, Sérgio Luiz de Toledo Barreto.

Com quatro estrelas, foram avaliados Bioquímica, Juliana Lopes Rangel Fietto; Ciência da Computação, Alcione de Paiva Oliveira;Ciências Biológicas, Silvia das Graças Pompolo; Ciência e Tecnologia de Laticínios, José Antonio Marques Pereira; Direito, Gabriel Pires; Educação Física, Claudia Eliza Patrocínio de Oliveira; Engenharia Agrícola e Ambiental, José Márcio Costa; Engenharia Civil, José Carlos Bohnenberger; Engenharia de Agrimensura e Cartográfica, Moisés Ferreira Costa;  Engenharia de Produção, Luciano José Minette; Geografia, Leonardo Civale; História, Patrícia Vargas Lopes de Araújo; Comunicação Social/Jornalismo, Erivam Morais de Oliveira; Pedagogia, Esther Giacomini Silva; e Química, César Reis.

Receberam a avaliação de três estrelas os cursos Arquitetura e Urbanismo, Regina Esteves Lustoza; Dança, Juliana Carvalho Franco da Silveira; Engenharia Elétrica, Leonardo Bonato Felix; e Física, Alexandre Tadeu Gomes de Carvalho.

Segundo informações disponíveis no site do Guia do Estudante, o processo de avaliação é realizado da seguinte forma: são enviados questionários aos coordenadores de cursos das instituições de ensino superior e as respostas desses coordenadores são encaminhadas para os pareceristas, compostos por avaliadores do MEC, professores, coordenadores e especialistas de cada área. A partir da avaliação dos questionários, ocorre a atribuição de conceitos dos cursos.

De acordo com o coordenador do Curso de Administração da UFV, Edson Arlindo Silva, entre os critérios presentes no questionário de avaliação constam: número de projetos de extensão e de iniciação científica registrados, número de professores que orientam pesquisas, parcerias entre a Universidade e empresas, apresentação de trabalhos, premiações em congressos, dentre outros. Por meio desses critérios, o curso de Administração foi um dos 12 cursos da Universidade que atingiram o conceito máximo e, para o professor Edson Silva, tal avaliação positiva repercute na escolha do estudante pela UFV. “O aluno bem instruído, antes de optar por um curso, acaba pautando-se por uma série de mecanismos para fundamentar a sua escolha, e o Guia do Estudante é um dos principais parâmetros a serem utilizados; por isso, essa classificação é importante. Ela pode refletir na escolha do estudante pela UFV", afirmou.

O Guia do Estudante teve início em 1984, como uma edição especial do Almanaque Abril. A proposta se mantém atual: orientar o vestibulando sobre o que e onde estudar, trazer informações sobre cursos superiores, profissões e mercado de trabalho, e reunir uma lista com o nome e o endereço das faculdades e universidades do país.

Fonte: UFV/Por Sabrina Areias

Congresso Brasileiro de Agroecologia