quarta-feira, 31 de outubro de 2012

HOSPITAL AROLDO TOURINHO RECEBE PALESTRA SOBRE ECONOMIA DOMÉSTICA E SAÚDE FINANCEIRA


Em comemoração a semana de aniversário do Hospital Aroldo Tourinho (HAT), em Montes Claros-MG, uma série de palestras aos funcionários vem sendo desenvolvida, e no último dia 29, recebeu o Economista Doméstico e Mestrando em Desenvolvimento Social, Guélmer Júnior Almeida de Faria, para refletir sobre a “economia doméstica: como anda sua saúde financeira?”.

O palestrante começou abordando a importância que a economia familiar vem alcançando nos últimos tempos. Em grande parte devido ao descontrole financeiro e a falta de planejamento. Ele explicou que definir quais são as necessidades e planejar todos os gastos, considerando sempre a renda disponível, é uma forma de começar a economizar. Destacou também que a economia familiar é um tema atual por considerar que grande parte da população tem dívidas, “o aliciamento ao crédito é uma armadilha, o incentivo ao consumo é muito grande e vivemos numa sociedade consumista que vende o sonho da felicidade corporificada em bens e serviços”, diz Guelmer.

O Economista explicou que um bom orçamento doméstico envolve todos os membros da família, sendo necessária uma boa educação financeira, saber comprar, saber poupar, organizar as férias e consumir com responsabilidade. Ele completou dizendo que hoje em dia, vem crescendo entre os adolescentes as feiras de trocas (bazares on-line) o que possibilita conservar móveis, vestuário, acessórios. Indicando uma consciência ambiental e consciente.



Durante a palestra, Guélmer Faria elencou as características da sociedade de consumo, que contempla o novo, estimula a insaciabilidade, produz novidades cada vez mais rápidas e, como uma bola de neve, envolve o consumidor em um mundo onde produtos são “sonhos”, mas cada compra leva à desilusão e ao descarte, na medida em que logo um novo e melhor produto surge. O que agrava do ponto de vista da saúde, pois, muitas doenças estão relacionadas ao consumo, como a obesidade que nem sempre está sozinha, traz com ela, doenças como trombose, câncer de pâncreas, diabetes etc. Além das patologias psicológicas, como a depressão e a oneomania (descontrole dos impulsos).

A alternativa para não ter sua economia doméstica prejudicada, como demonstrou o Economista Doméstico, é saber fazer um bom orçamento doméstico. Para ele, as pessoas não tem o hábito de sentar e colocar num papel quais são suas despesas e sua renda disponível. Informou também que um orçamento doméstico tem que ser planejado, controlado e avaliado. Além de envolver todos os membros da família e determinar o poder de compra da família.

Um dos itens que mais pesa no orçamento doméstico é a alimentação. Para ele, pesquisas apontam que os brasileiros gastam mais dinheiro com a sua cesta de alimentos. Ele deu algumas dicas simples, mas que fazem toda a diferença se colocada em prática. Entre elas: elaborar lista de compras, não fazer compras com fome, comprar produtos da época, comprar alimentos de acordo com a quantidade que vai utilizar, não fazer compras no dia do pagamento (dá a sensação de estar com muito dinheiro) e aproveitar sobras limpas.

Ao final, Guélmer Faria, destacou os direitos do consumidor, elencando o trabalho dos Procons, da formação de um consumidor consciente, que planeje seus gastos, faça pesquisa de preços, exija qualidade e defenda seus direitos. E que uma boa saúde financeira passa pelo controle do seu orçamento doméstico que envolve planejamento, priorização e controle. O que o palestrante ressaltou é que não existe uma fórmula para um bom orçamento, ele deve se adequar aos objetivos e à renda de cada um.

Fonte: Edson Martins/ Assessor de Comunicação do HAT

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

PALESTRA: ECONOMIA DOMÉSTICA: COMO ANDA SUA SAÚDE FINANCEIRA?

Em comemoração ao aniversário do Hospital Aroldo Tourinho em Montes Claros, será proferida uma palestra aos funcionários do hospital sobre Economia Doméstica, orçamento doméstico e planejamento financeiro.

Fonte: Guélmer Faria

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Municípios têm até o fim de outubro para garantir mais recursos para creches




Governo federal precisa saber número de crianças de até 4 anos que são beneficiárias do Bolsa Família e estão matriculadas em instituições públicas ou conveniadas para repassar recurso adicional do Fundeb, por meio do Brasil Carinhoso

Os municípios têm até 31 de outubro para informar ao governo federal o número de crianças beneficiárias do Bolsa Família, de 0 a 4 anos, matriculadas em creches públicas ou conveniadas. A medida garante recurso adicional de 50% do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) para beneficiar essas instituições por meio da ação Brasil Carinhoso.

O recurso extra é transferido pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), dentro da estratégia de superação da extrema pobreza do Plano Brasil Sem Miséria, e visa garantir acesso e permanência das crianças no ensino.

De acordo com o secretário extraordinário para Superação da Extrema Pobreza do MDS, Tiago Falcão, a ação do Brasil Carinhoso voltada para as creches tem duas etapas. “Uma é o repasse antecipado dos recursos do Fundeb que a prefeitura recebe ao abrir novas turmas. A outra é o repasse adicional de 50% para todas as crianças do Bolsa Família que já estão sendo atendidas e as que forem incorporadas pelas creches nos próximos anos.”

Esse recurso adicional serve para ampliar o atendimento às crianças mais pobres, diz Tiago Falcão. Segundo ele, o MDS já repassou R$ 100 milhões adicionais ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), responsável pela transferência aos municípios e ao Distrito Federal. 

O registro do número de crianças deve ser feito no Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec), do Ministério da Educação.

Articulação – O secretário informa que é importante a articulação entre as áreas de educação e assistência social no processo de identificação das crianças beneficiárias do Bolsa Família.

O Brasil Carinhoso, ação lançada em maio pelo governo federal, complementa a renda de famílias beneficiárias do Bolsa Família, garantindo R$ 70 mensais por pessoa para quem tem filhos de até 6 anos. Além disso, as crianças recebem cuidados adicionais de saúde com a suplementação de vitamina A, ferro e medicação contra a asma.

Fonte: Ascom/MDS

ONU Mulheres lança a publicação O Futuro que as Mulheres Querem


A ONU Mulheres acaba de lançar em versão digital a publicação “O Futuro que as Mulheres Querem”, em português. O arquivo está disponível para download neste link:http://www.unifem.org.br/sites/700/710/00002242.pdf
Em breve a publicação tambem estará disponível para download através do celular.

“O Futuro que as Mulheres Querem” é a publicação da ONU Mulheres que abarca as questões de igualdade de gênero e desenvolvimento sustentável e foi lançada, em inglês, durante a Rio+20. O texto compila uma serie de indicações e caminhos visando à inclusão social e política das mulheres e a harmonia necessária entre três pilares de sustentabilidade imprescindíveis para o desenvolvimento: econômico, social e ambiental.


Durante a Rio+20, a ONU Mulheres reuniu, pela primeira vez na história, presidentas e primeiras ministras para fazer um chamado a ações concretas para a integração plena das mulheres no desenvolvimento sustentável. O texto na íntegra do Chamado à Ação também está disponível na publicação.

As signatárias incluem: Exma. Sra. Dilma Rousseff, Presidenta da República Federativa do Brasil; Exma. Sra. Laura Chinchilla Miranda, Presidenta da República da Costa Rica; Exma. Sra. Dalia Grybauskaitė, Presidenta da República da Lituânia; Exma. Sra. Portia Simpson Miller, Primeira-Ministra da Jamaica; Exma. Sra. Julia Gillard, MP, Primeira-Ministra da Comunidade da Austrália; Exma. Sra. Helle Thorning-Schmidt, Primeira-Ministra do Reino da Dinamarca; Exma. Sra. Jóhanna Sigurðardóttir, Primeira-Ministra da Islândia; H.E. Madame Eveline Widmer-Schlumpf, Presidenta da Suíça (representada pela Exma. Sra. Doris Leuthard, ex-Presidenta da Suíça); e Sra. Michelle Bachelet, Subsecretária Geral e Diretora Executiva da ONU Mulheres – a Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres.




Fonte: UNIFEM

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

8º Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero


Iniciativa vai selecionar redações, artigos científicos e experiências inovadoras de escolas públicas e privadas voltadas à promoção da igualdade entre homens e mulheres. Inscrições poderão ser feitas pelo portalwww.igualdadedegenero.cnpq.br até 17 de setembro 
Apoiadora do programa Mulher e Ciência e do Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero, a apresentadora de TV Maria Paula está colaborando para a divulgação da oitava edição do concurso de redações, artigos científicos e experiências inovadoras de escolas públicas e privadas. Em vídeo que começou a ser veiculado na internet, nesta quinta-feira (16/08), a artista faz um panorama dos avanços conquistados pelas mulheres brasileiras e incentiva a participação de estudantes, escolas e pessoas interessadas em geral no 8º Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero, cujo período de inscrição se encerrará em 17 de setembro.
Podem participar do concurso estudantes do ensino médio, graduação, mestrado e doutorado; graduadas e graduados; especialistas; mestras e mestres. As premiações destinadas a essas categorias são computadores e equipamentos de informática (para estudante de ensino médio), bolsas de iniciação científica (para ensino médio e superior), bolsa de mestrado e doutorado, além de valor em dinheiro para as três modalidades de participação do ensino superior: estudante de graduação; graduada e graduado, especialista e estudante de mestrado; mestra e mestre; e estudante de doutorado. Ao todo, as três categorias irão receber R$ 46 mil.
Também podem participar escolas públicas e privadas de ensino médio, que realizem projetos e ações pedagógicas para a promoção da igualdade entre homens e mulheres, nas suas interseções com o enfrentamento à discriminação racial, étnica e de orientação sexual. Será premiada uma escola por unidade da federação, que receberá a quantia de R$ 10 mil. Professoras e professores orientadores e as escolas que tiverem estudantes premiados receberão assinatura anual da Revista de Estudos Feministas e do Cadernos Pagu. Não serão aceitos planos de trabalho, projetos de pesquisa e trabalhos incompletos, com resultados parciais.
Somente para a categoria "Estudante do Ensino Médio" as inscrições devem ser efetuadas preferencialmente por meio eletrônico no endereçowww.igualdadedegenero.cnpq.br, mas também podem ser feitas por meio do envio de correspondência para:
Secretaria de Políticas para as Mulheres - SPM/PR - 8º Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero
Via N1 Leste, s/nº, Pavilhão das Metas - Praça dos Três Poderes
Zona Cívico-Administrativa - Brasília - DF
CEP 70.150-908
Incentivo na área de educação - O Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero é uma realização da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM-PR), do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação por meio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI), do Ministério da Educação (MEC) e da ONU Mulheres - Entidade das Nações Unidas para o Empoderamento das Mulheres e a Igualdade de Gênero. A iniciativa faz parte do Programa Mulher e Ciência, da SPM.
O Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero tem como objetivo estimular a produção científica e a reflexão crítica acerca das desigualdades existentes entre homens e mulheres. Na sétima edição, foram recebidas 3.965 inscrições, sendo 203 da categoria Estudante de Graduação; 218 da categoria Graduado, Especialista e Estudante de Mestrado; 122 da categoria Mestre e Estudante de Doutorado; 3.376 da categoria Estudante do Ensino Médio, e 46 da categoria Escola Promotora da Igualdade de Gênero. Ao longo das sete edições, o concurso teve a participação de 20 mil pessoas.
8º Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero
Inscrições: até 17 de setembro de 2012
Mais informações: www.igualdadedegenero.cnpq.br
Fonte: Comunicação Social
Secretaria de Políticas para as Mulheres – SPM
Presidência da República – PR
 

"As mulheres aspiram ao ouro, mas a igualdade de gênero continua a ser um desafio", diz Michelle Bachelet, Diretora-executiva da ONU Mulheres


Chamados de Os Jogos das Mulheres, as Olimpíadas de Londres estabeleceram um novo recorde de participação, realizações e representação universal das mulheres. Nesta edição dos Jogos, 45 por cento dos 10.500 participantes eram mulheres, enquanto em Pequim foram 42 por cento e apenas 25 por cento em Barcelona, em 1992, onde havia 34 equipes sem nenhuma integrante do sexo feminino.

Pela primeira vez, as mulheres competiram em todas as disciplinas e os 204 países participantes contaram com atletas mulheres em suas equipes, incluindo, pela primeira vez, Arábia Saudita, Catar e Brunei. O presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), Jacques Rogge, disse que este "foi um grande impulso para a igualdade de gênero”. E certamente foi.

No entanto, enquanto em Londres se bateram recordes por e para as mulheres, o recorde da desigualdade de gênero se mantém, e requer medidas urgentes para acabar com práticas discriminatórias. Este não é apenas um assunto que diz respeito às mulheres, mas trata de valores humanos básicos e do espírito e dos ideais dos Jogos Olímpicos. O compromisso do Comitê Olímpico e a garantia dos direitos das mulheres e da igualdade de gênero durante os Jogos de Londres são um impulso para mais progressos nos próximos Jogos em 2016.

A estréia do boxe feminino na Olimpíada trouxe à tona alguns dos desafios que as mulheres ainda enfrentam em relação à forma de se vestir, à percepção e aos estereótipos de gênero. Apesar de provarem que eram capazes de boxear, houve uma tentativa inicial de forçar as atletas a usarem saias para ajudar os telespectadores a identificá-las e diferenciá-las dos homens. A disputa das saias causou indignacão em todo o mundo. A Associação Mundial de Boxe decidiu permitir que as mulheres escolhessem suas vestimentas, colocando assim um ponto final na polêmica.

Outro revés que sofreu a igualdade de gênero nos Jogos foi a discriminação no transporte aéreo. Li na imprensa que o Japão mandou sua equipe masculina de futebol na primeira classe, enquanto a feminina – que chegou à final, ficando com a prata – viajou em classe turista. A imprensa também mencionou que as equipes masculinas de basquete e futebol da Austrália viajaram na primeira classe, enquanto as femininas viajaram em classe econômica, embora as mulheres tenham conquistado mais medalhas do que os homens. Japão e Austrália estão agora revendo suas políticas relacionadas com a viagem de seus atletas.

Para além de estereótipos e da discriminação de gênero, outra questão que os meios de comunicação destacaram foi um caso de abuso e exploração sexual. A atleta de judô dos EUA Kayla Harrison é agora uma fonte de inspiração, não só por sua excelência olímpica, mas também por ter superado o abuso sexual que sofreu nas mãos de seu primeiro treinador, quando tinha 13 anos.

Kayla sofreu em silêncio por três longos anos, porque o treinador lhe disse que deviam manter sua relação em segredo para que não houvesse problemas. Lutando contra a depressão e até mesmo contra pensamentos suicidas, a atleta chegou a um ponto em que não pode mais aguentar. Ela contou o problema a uma amiga, que contou à mãe, que chamou a polícia. Daniel Doyle admitiu sua culpa e foi sentenciado a dez anos de prisão. Kayla se preparou com um novo treinador e ganhou a medalha de ouro.

O poder que o esporte tem em contribuir para o empoderamento de mulheres e meninas é inegável. A participação esportiva permite que elas treinem para se superarem, aumentando suas capacidades e autoconfiança, numa influência benéfica que pode acompanhá-las por toda a vida. No entanto, a desigualdade persiste e priva as mulheres de atingir seu pleno potencial.

Um estudo realizado na Grã-Bretanha constatou que apenas 0,5 por cento de todo o patrocínio comercial esportivo vai para esportes femininos, enquanto 61 por cento vai para o masculino, embora as mulheres estejam conquistando cada vez mais torcedores e parcelas maiores de público. O mesmo estudo destaca que os esportes femininos recebem apenas 5 por cento de cobertura midiática e que 43 por cento das adolescentes diz não ter modelos femininos de conduta.

O sexismo nos esportes também se reflete na diferença salarial, na cobertura da mídia – que se concentra mais na aparência do que no desempenho, na falta de acesso equitativo a instalações e equipamentos esportivos, no tempo de treinamento e disponibilidade de treinadores, nas competições, no financiamento, e na escassa representação e liderança feminina nas instituições esportivas.

As ativistas pediram ao Comitê Olímpico Internacional que cumpra a meta estabelecida em 1996, de que as mulheres ocupem 20 por cento dos postos nos conselhos diretivos dos 204 comitês olímpicos nacionais e das 35 federações esportivas filiadas. Atualmente, apenas 10 por cento desses cargos são ocupados por mulheres. Esperamos que mais mulheres ocupem postos diretivos lado a lado com os homens em um futuro próximo, atingindo e até ultrapassando a meta estabelecida de 20 por cento.

A excelente cobertura feita por alguns jornalistas sobre estas questões, assim como o desempenho e a determinação das mulheres atletas presentes em Londres, aumentou a conscientização e as esperanças em todo o mundo. A primeira mulher saudita em participar das Olimpíadas, a competidora de judô Wodjan Ali Seraj Shahrkhani Abdulrahim, declarou: "Não tenho dúvidas de que a minha participação nestes Jogos pode aumentar a participação das mulheres em todos os esportes." Eu gostaria de acrescentar que a participação dela, apesar de não ter resultado em uma medalha olímpica, foi uma vitória para a Arábia Saudita.

Durante as Olimpíadas de Londres as mulheres quebraram muitas barreiras. Agora elas precisam e merecem que lhes seja outorgada a igualdade de condições. Como afirmou o Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, na abertura dos Jogos, o jogo limpo e a digidade para todos são ideais compartilhados pelo Comitê Olímpico Internacional e pelas Nações Unidas. Para fazer com esses ideiais avancem, a ONU Mulheres está unindo forças com o COI para promover a igualdade de género e o empoderamento das mulheres no mundo dos esportes e das sociedades em todo o mundo.
Michelle Bachelet, ex-presidente do Chile e atual Diretora-executiva da ONU Mulheres

Fonte: UNIFEM

terça-feira, 10 de julho de 2012

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA DOMÉSTICA-PPGED-UFV

MESTRADO ACADÊMICO

ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: ECONOMIA FAMILIAR
EDITAL DE SELEÇÃO 2013

1 - INSCRIÇÕES

No período de 06 de agosto a 14 de setembro de 2012, o Programa de Pós-Graduação em Economia Doméstica estará recebendo as inscrições dos candidatos ao Mestrado Acadêmico para ingresso em 2013. O candidato ao Mestrado deverá possuir diploma de graduação em Economia Doméstica ou ser oriundo das áreas de Ciências Sociais Aplicadas e Ciências Humanas. Poderão ser admitidos candidatos de outras áreas, cuja proposta de pesquisa apresente um tema constitutivo da área de concentração.
As inscrições deverão ser feitas na Secretaria do Programa ou encaminhadas, pelo correio, ao seguinte endereço: Universidade Federal de Viçosa, Departamento de Economia Doméstica, Secretaria do Programa de Pós-Graduação, Av. Peter Henry Rolfs, s/n, Campus Universitário, Viçosa, MG. CEP: 36570-000.

2 - DOCUMENTOS NECESSÁRIOS À INSCRIÇÃO

1. Formulário próprio de inscrição (duas vias).
Nesse formulário, especificamente no Plano de Trabalho, o candidato deverá indicar a linha de pesquisa, o tema da proposta de pesquisa e o possível orientador, definido a partir daqueles relacionados no item 5, página 4 deste edital.
2. Cópia autenticada do diploma ou declaração de conclusão do curso de graduação.
3. Cópia autenticada do Histórico Escolar do curso de graduação, explicitando o sistema de avaliação.
4. Currículo Padronizado do PPGED (em uma via com comprovante) referente ao período 2008-2012.
5. Uma foto 3 x 4.
6. Cópia da Certidão de Nascimento ou Casamento.
7. Cópia da Carteira de Identidade.
8. Cópia do CPF.
9. Cópia do Título de Eleitor.
10. Cópia do Documento do Serviço Militar.
11. Três cartas de referência.
12. Boleto de Pagamento de Taxa de Inscrição / Devolução.de Bolsa. Disponível em http://www.ppg.ufv.br/gru2/

Site: http://www.ppged.ufv.br/html/modules/xt_conteudo/index.php?id=8